Segundo estudo, gasto médio com moda íntima cresceu 20% entre as mulheres

30Inspirados pelo Dia do Consumidor, o IEMI Inteligência de Mercado, responsável por desenvolver estudos de varejo, mercado e comportamento de compra dos setores de têxteis e vestuário, artigos têxteis para o lar, móveis, calçados e colchões, lançou sua nova pesquisa de comportamento de compra das consumidoras de moda íntima.

Com o novo levantamento realizado pelo IEMI, em fevereiro deste ano, detectou-se diversas mudanças nos hábitos das consumidoras, principalmente devido ao fato da internet ter influenciado diretamente na decisão de compra. Outro destaque é: o gasto médio por compra com moda íntima teve acréscimo de 20%, passando de R$106 para R$127, e a frequência de compra também, indo de 5,2 para 5,5 compras por ano (média). Tais dados mostram que a cliente de moda íntima está deixando para trás os impactos da crise e está disposta a pagar por artigos que apresentem mais qualidade.

O IEMI Inteligência de Mercado ainda explica que, em um momento de crise, quando a produção é diminuída, as peças mais caras, elaboras e com maior valor agregado ganham participação no mercado e acabam aumentando o preço médio do artigo na indústria e, consequentemente, no varejo. Levando em consideração toda a demanda que ficou contida durante o ápice da crise, nesse momento de melhora da economia, o varejo começa a mostrar sua recuperação.

Ticket médio

De acordo com os dados das consumidoras, a região Sudeste do país apresentou o maior ticket médio, com cerca de R$138,00, seguida pelas regiões Norte e Centro-Oeste (com R$128,00). No estudo anterior, as mulheres da região Norte e Centro-Oeste estavam na primeira colocação com ticket médio de R$ 119,00, seguidas pela região Sul com R$113,00.

Número de peças e frequência de compras

Seguindo as informações do estudo, 32% das consumidoras afirmam comprar uma nova peça de moda íntima a cada 2 meses, aproximadamente, e 21% dizem que adquirem a cada 3 meses. Apenas 18% confirmaram comprar todo mês, sendo que desse público a maior fatia é composta por mulheres mais jovens, entre 18 e 34 anos. As demais clientes (29% do público) compram a cada 4 meses ou mais. Com relação ao número de peças, é possível observar um pequeno aumento da quantidade média, saltando de 3,5 para 3,9 artigos.

Canais de compra preferidos

Ainda que o canal de compra preferidos das consumidoras continue sendo a loja física (com 72% da preferência) as compras feitas pela Internet já apresentam um avanço de 4,4 pontos percentuais, o que significa um salto de 7,6% do estudo anterior para 12% mediante os dados coletados recentemente. Um canal que perdeu uma fatia considerável de representatividade foi o de compras realizadas via catálogo, que teve uma redução de 5 pontos percentuais, passando de 22% para 17% de participação.

Com relação às clientes que compram pela Internet, 77% delas afirmam que a principal motivação pela escolha desse canal é a facilidade da compra e os preços mais baixos. Entre aquelas que compram em lojas físicas, observou-se que 44% adquirem peças em lojas localizadas dentro de shopping centers, 38% em lojas de rua e 19% em centros comerciais, como galerias.

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