Empresas brasileiras estão mudando o mapa corporativo do país. Com custos altos, concorrência intensa e desafios logísticos nas grandes capitais, cidades médias e regiões do interior se tornam polos estratégicos de investimento. Incentivos fiscais, infraestrutura planejada e qualidade de vida atraem empresas de tecnologia, indústrias leves, fintechs e serviços especializados.
Esse movimento ganha uma nova camada de complexidade com a reforma tributária: a adoção da tributação no destino vai recalibrar a competitividade entre regiões e mudar o cálculo dos incentivos fiscais.
O movimento não é apenas econômico: cria novos ecossistemas regionais, fortalece cadeias produtivas, gera empregos qualificados e impulsiona a economia local em estados de todo o país.
A consolidação de novos polos econômicos depende diretamente da infraestrutura que os sustenta. Nesse contexto, a engenharia geotécnica é essencial para analisar o solo, viabilizar grandes obras e garantir a segurança de projetos que impulsionam a nova geografia dos negócios no Brasil.
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