Por Julliana Souza, 22/05/2026
O mercado global de infraestrutura vive um momento de forte expansão, comenta Giovana Medeiros, engenheira civil e especialista em contratos e procurement. Somente nos Estados Unidos, o governo federal comprometeu mais de US$ 1,2 trilhão em investimentos em obras públicas por meio do Infrastructure Investment and Jobs Act, aprovado em 2021, com projetos de pontes, rodovias, ferrovias e sistemas de transporte urbano que demandam cada vez mais profissionais altamente especializados.
No Brasil, o Novo PAC, lançado em agosto de 2023 com previsão de R$ 1,7 trilhão em investimentos públicos e privados, reforça a tendência: a engenharia de infraestrutura voltou ao centro da agenda econômica nacional, exigindo perfis capazes de operar nos dois lados do Atlântico e contribuir diretamente para prioridades estratégicas de segurança e desenvolvimento econômico.
Nesse cenário, destaca-se o profissional que une a solidez técnica de grandes obras com a capacidade de gestão de equipes multidisciplinares. Esse é o perfil de Vinicius Zamai Seva, engenheiro civil especializado em geotecnia com mais de 14 anos de experiência em projetos de infraestrutura pesada no Brasil e nos Estados Unidos. Sua trajetória é um retrato fiel do que significa transformar conhecimento técnico profundo em impacto real sobre a vida de milhões de pessoas.
O que é Engenharia Geotécnica?
A Engenharia Geotécnica é uma área da engenharia civil dedicada ao estudo do comportamento do solo, das rochas e das condições subterrâneas que influenciam a segurança e o desempenho de obras de infraestrutura.
Em projetos de grande porte, essa especialidade é essencial para entender como o terreno responde a escavações, cargas, fundações, túneis, contenções, aterros, barragens, rodovias e estruturas profundas. Antes que uma ponte, um metrô ou uma rodovia seja construída, é preciso conhecer o subsolo e avaliar seus riscos.
Por isso, a Engenharia Geotécnica atua como uma base técnica para decisões que impactam custo, prazo, segurança e durabilidade das obras. Quanto maior a complexidade do empreendimento, maior tende a ser a importância de investigações, análises e monitoramento geotécnico.
Por que a Engenharia Geotécnica é estratégica em obras de infraestrutura?
A Engenharia Geotécnica é estratégica porque reduz incertezas em uma das etapas mais sensíveis de qualquer projeto: a relação entre a estrutura e o terreno. Em grandes obras, decisões sobre fundações, escavações, contenções e túneis dependem diretamente da qualidade das informações geotécnicas disponíveis.
Quando a investigação do solo é bem planejada, a equipe técnica consegue antecipar riscos, escolher soluções mais adequadas e evitar problemas durante a execução. Isso é especialmente relevante em áreas urbanas densas, regiões com solos heterogêneos, terrenos instáveis, encostas, áreas alagadiças ou ambientes com interferências subterrâneas.
Além da segurança, a Engenharia Geotécnica também influencia a eficiência econômica do projeto. Uma solução bem dimensionada pode reduzir retrabalhos, atrasos, desperdícios e custos imprevistos ao longo da obra.

Uma formação construída sobre grandes desafios
Vinicius iniciou sua carreira ainda durante a graduação em Engenharia Civil, ingressando como estagiário em uma das maiores empresas de infraestrutura do mundo, um conglomerado multinacional com operações em mais de 40 países. Desde o início do seu estágio, foi inserido em projetos de alta complexidade: estudos de viabilidade para rodovias, projetos estruturais de pontes e viadutos e análises geotécnicas em cenários desafiadores.

Essa imersão em projetos de escala nacional foi determinante para o seu futuro. Em vez de construir carreira gradualmente em obras menores, Vinicius foi moldado diretamente pelas exigências de grandes empreendimentos, uma escola técnica incomum, caracterizada pela exposição precoce a projetos de alta complexidade em larga escala. Em 2018, concluiu uma pós-graduação em Engenharia Geotécnica, aprofundando sua especialização em fundações e terraplenagem e, atualmente, cursa um MBA em Gestão de Projetos pela ESALQ/USP, consolidando a visão estratégica que hoje complementa sua atuação técnica.
Quais são as principais aplicações da Engenharia Geotécnica?
A Engenharia Geotécnica está presente em diferentes tipos de obra, mesmo quando sua atuação não é visível para quem utiliza a infraestrutura pronta. Entre as principais aplicações estão:
- Estudos de viabilidade geotécnica;
- Investigações de subsolo;
- Sondagens e ensaios de campo;
- Ensaios laboratoriais de solos e rochas;
- Projetos de fundações rasas e profundas;
- Túneis e escavações subterrâneas;
- Obras de contenção;
- Estabilidade de taludes e encostas;
- Aterros e terraplenagem;
- Pavimentos rodoviários;
- Barragens, diques e estruturas de contenção hidráulica;
- Instrumentação e monitoramento geotécnico;
- Gestão de riscos geotécnicos em obras complexas.
Essas aplicações mostram que a Engenharia Geotécnica não se limita a uma etapa isolada. Ela acompanha o projeto desde os estudos iniciais até a execução, o controle de qualidade e o monitoramento do comportamento da obra.
Do Rodoanel ao Metrô: grandes obras que moldaram um especialista
Antes de cruzar fronteiras, Vinicius acumulou uma base técnica sólida em dois dos projetos de infraestrutura mais complexos da história recente do Brasil. No Rodoanel Trecho Norte, um programa rodoviário de R$ 1,4 bilhão envolvendo 44 km de rodovias, túneis, pontes e viadutos na região metropolitana de São Paulo, atuou como engenheiro geotécnico. Seu trabalho incluiu o desenvolvimento de projetos alternativos de fundações profundas para 13 pontes, totalizando 169 estacas escavadas com mais de 3.700 metros acumulados.
Já na Linha 6-Laranja do Metrô de São Paulo, a maior PPP de mobilidade urbana da América Latina, avaliada em mais de R$ 18 bilhões e projetada para beneficiar 630 mil passageiros por dia, Vinicius atuou como engenheiro e depois como coordenador geotécnico entre 2020 e 2022.
O desafio era imenso: 15,3 km de túneis subterrâneos atravessando áreas densamente urbanizadas, divididas pela complexa Falha Geológica Taxaquara, com risco elevado para estruturas vizinhas e escavações profundas em múltiplos métodos construtivos (TBM e NATM).

Sob sua coordenação direta e indireta estavam mais de 300 profissionais, incluindo 20 equipes de perfuração simultâneas, 50 equipes de leitura de instrumentação geotécnica, laboratórios, fiscais e projetistas terceirizados. Foram executadas mais de 700 sondagens e gerenciados contratos de investigação e instrumentação que superaram R$ 5 milhões.
“A Linha 6 foi a minha maior escola. Não havia margem para erro: estávamos escavando a dezenas de metros abaixo de uma das cidades mais densas do mundo, ao lado de fundações de prédios, redes de água, gás e cabos elétricos que nem constavam nos mapas. A missão não era apenas encontrar os dados do subsolo, mas garantir que cada decisão técnica protegesse as estruturas existentes e as pessoas que viviam acima de nós”, lembra Vinicius.
O salto para os Estados Unidos: um dos maiores projetos da América do Norte
Em maio de 2024, Vinicius foi selecionado pelo mesmo conglomerado multinacional para integrar a equipe de um dos projetos de infraestrutura mais relevantes em andamento na América do Norte: a reconstrução da Ponte sobre o Rio Calcasieu (I-10), em Lake Charles, Louisiana, uma obra de concessão avaliada em US$ 2,1 bilhões, com prazo de entrega em 2030, devido à sua expertise diferenciada em campanhas geotécnicas de grande escala e liderança em ambientes de alta complexidade.
O projeto inclui a substituição da ponte interestadual existente por uma nova travessia de seis pistas, além de 14 estruturas complementares ao longo de 9 km do corredor da I-10, integração de sistema de pedágio eletrônico e melhorias ambientais em ecossistemas de wetlands, áreas pantanosas de alta sensibilidade ecológica no sul dos Estados Unidos.

A razão pela qual Vinicius foi selecionado para esta função diz muito sobre o que o diferencia no mercado: sua experiência consolidada em campanhas geotécnicas de grande escala no Brasil, aliada ao domínio de ferramentas digitais de controle e à capacidade de adaptação às normas americanas (AASHTO e ASTM), tornaram-no um dos poucos profissionais com capacidade técnica e experiência prática para estruturar do zero a disciplina geotécnica de um contrato dessa magnitude nos EUA.
Engenharia Geotécnica, tecnologia e gestão de dados
A evolução da Engenharia Geotécnica também passa pela tecnologia. Em projetos de grande porte, o volume de informações geradas por sondagens, ensaios, laboratórios, instrumentação e monitoramento exige ferramentas capazes de organizar dados e apoiar decisões rápidas.
Painéis digitais, georreferenciamento, sensores, drones, modelagens e sistemas de acompanhamento em tempo real ajudam a transformar dados técnicos em inteligência operacional. Isso permite que equipes distribuídas acompanhem o avanço das campanhas de investigação, identifiquem riscos e ajustem estratégias com mais precisão.
A integração entre Engenharia Geotécnica e gestão de dados é especialmente importante em obras com muitas frentes simultâneas, diferentes empresas envolvidas e alto nível de responsabilidade técnica.
Liderança técnica em escala: mais de 150 profissionais sob coordenação
No projeto da I-10, Vinicius atua como Geotechnical Design Coordinator, sendo responsável por toda a cadeia geotécnica do empreendimento, incluindo investigação, verificação de design, modelagens alternativas e monitoramento geotécnico.
Sob sua coordenação direta e indireta encontram-se mais de 150 profissionais: 13 equipes de perfuração de sondagem, 7 laboratórios geotécnicos, 2 empresas de design geotécnico e equipes de instrumentação em campo.
Entre suas principais realizações no projeto até o momento, destacam-se a conclusão de uma campanha de investigação com mais de 30.000 pés perfurados e 400 furos em apenas 6 meses, considerada uma das maiores campanhas geotécnicas da empresa nas Américas, a coordenação do projeto de mais de 600.000 pés lineares de fundações profundas distribuídas em 15 pontes, e o gerenciamento de aproximadamente 60 muros de contenção totalizando 128.000 pés quadrados de área de face.

Além da escala técnica, Vinicius introduziu no projeto uma metodologia inovadora de gestão de dados: painéis interativos em Power BI com 100% dos furos georreferenciados e atualizados em tempo real, permitindo acompanhamento simultâneo do progresso de campo, laboratório e design por todas as partes envolvidas, reduzindo incertezas geotécnicas e aceleraram a tomada de decisão.
“Quando cheguei à Louisiana, o maior desafio não foi a engenharia em si, foi a dificuldade de acesso de equipamentos em uma região de pântanos e argilas orgânicas profundamente heterogêneas. Tivemos que construir os acessos do zero, e trabalhar com diversas equipes em paralelo, com velocidade e precisão, porque as decisões de fundação para 15 pontes dependiam diretamente da velocidade da campanha e do que encontraríamos no solo. Foi nesse contexto que os painéis digitais em tempo real deixaram de ser uma conveniência e passaram a ser uma necessidade operacional”, explica.
O papel do engenheiro geotécnico em projetos complexos
O engenheiro geotécnico atua em uma posição crítica dentro de grandes projetos de infraestrutura. Seu trabalho envolve interpretar informações do subsolo, avaliar riscos, propor soluções técnicas e apoiar decisões que afetam diretamente a segurança da obra.
Em projetos complexos, esse profissional precisa dialogar com equipes de estruturas, planejamento, meio ambiente, produção, contratos, laboratórios e fiscalização. Por isso, além do conhecimento técnico, a atuação em Engenharia Geotécnica exige capacidade de coordenação, comunicação e visão integrada do empreendimento.
Essa combinação de especialização e gestão é cada vez mais valorizada em obras internacionais, nas quais normas técnicas, requisitos regulatórios e condições geológicas variam de acordo com o país e o tipo de infraestrutura.
O diferencial que atravessa fronteiras: técnica, tecnologia e visão sistêmica
O que torna a trajetória de Vinicius Zamai Seva singular e diferenciada em relação à maioria dos profissionais da área não é apenas a escala dos projetos em que atuou, mas a capacidade de conectar conhecimentos que dificilmente coexistem no mesmo profissional: profundidade técnica em geotecnia, fluência em ferramentas digitais avançadas, liderança de equipes multidisciplinares em ambientes multiculturais e visão integrada do ciclo completo de uma obra de infraestrutura.

Ao longo da carreira, implementou o uso de drones para mapeamento geotécnico em áreas de difícil acesso, integrou métodos geofísicos de subsuperfície como ferramenta de apoio à investigação do solo, e estruturou protocolos padronizados de controle de qualidade reconhecidos por agências reguladoras americanas.
Também é membro da American Society of Civil Engineers (ASCE), uma das principais instituições de engenharia do mundo, reforçando seu alinhamento com padrões técnicos norte-americanos, da Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS) e possui certificação OSHA, referência norte-americana em segurança em obras.
Em 2022, foi convidado a ministrar uma palestra técnica na Universidade de São Paulo sobre a metodologia executiva de estações, poços e túneis da Linha 6-Laranja, um reconhecimento que conectou sua experiência de campo ao ambiente acadêmico e reforçou seu papel como referência técnica na área.
Mas o diferencial de Vinicius não se constrói apenas dentro dos projetos. Para quem o acompanha de perto, é fora dos canteiros que outra dimensão da sua trajetória começa a tomar forma — igualmente técnica em sua essência, mas movida por um propósito diferente.
Impacto que vai além das estruturas
Os projetos em que Vinicius atuou não são apenas grandes em escala financeira. São obras que transformam a mobilidade, a segurança e a qualidade de vida de populações inteiras. A Linha 6-Laranja conectará regiões periféricas de São Paulo ao centro da cidade, reduzindo tempos de deslocamento e promovendo inclusão social para centenas de milhares de pessoas. O Rodoanel Norte retirou o tráfego pesado de áreas residenciais da metrópole paulistana, reduzindo emissões e acidentes.
Mas o impacto de Vinicius não ficou restrito ao subsolo. Durante o período de obras em São Paulo, ele participou de ações voluntárias em escolas da comunidade local, visitando salas de aula para explicar, de forma acessível, o trabalho do engenheiro e a importância das obras que aconteciam no entorno. Para estudantes que conviviam diariamente com o barulho das escavadeiras e as mudanças na paisagem do bairro, aquelas conversas transformavam o desconforto da obra em curiosidade, e, para alguns, em vocação.

A nova ponte sobre o Rio Calcasieu eliminará um dos principais gargalos logísticos do sul dos Estados Unidos, com impacto direto no escoamento de cargas, na segurança viária interestadual e no fortalecimento da infraestrutura crítica dos Estados Unidos.
“Meu trabalho está na fundação, literalmente. É invisível para quem passa pela ponte ou toma o metrô, mas é o que garante que tudo funcione com segurança por décadas. Quando penso no engenheiro geotécnico, penso em alguém que carrega uma responsabilidade silenciosa: se fizer bem, ninguém vai notar. Se errar, as consequências podem durar gerações”, conta o especialista.
Essa perspectiva de impacto social orienta suas escolhas técnicas e profissionais: geotecnia bem-feita não é apenas engenharia, é responsabilidade pública.
Além dos canteiros de obra: expansão do impacto técnico e intelectual
“Eu acompanho o Vinicius tanto no ambiente profissional quanto no desenvolvimento de iniciativas técnicas paralelas, e o que mais me impressiona não é apenas a escala das obras, mas a consistência técnica e a disciplina com que ele conduz tudo o que faz. Ele traz o mesmo rigor e dedicação para o trabalho que aplica em tudo o que decide desenvolver fora do ambiente direto de obra. Atualmente, vivemos uma fase em que esse impulso de construir extrapolou o canteiro e chegou às páginas de um livro, ao mesmo tempo em que nos preparamos para a chegada da nossa filha. São fundações de naturezas diferentes, mas construídas com o mesmo nível de responsabilidade”, explica Giovana Medeiros.
A obra a que Giovana se refere é um livro técnico inédito sobre instrumentação geotécnica, em desenvolvimento por Vinicius em paralelo à sua atuação no projeto da I-10. Escrito em inglês e concebido seguindo padrões de publicação técnica internacional, o material tem como objetivo transformar em conhecimento técnico estruturado e aplicável a experiência adquirida ao longo de mais de uma década em campanhas de monitoramento em projetos de alta complexidade no Brasil e nos Estados Unidos, um tema ainda carente de literatura técnica consolidada, especialmente voltada à aplicação prática em campo.
Com lançamento previsto para este ano e distribuição voltada ao mercado global, a obra tem potencial de contribuir para a disseminação e padronização de práticas de monitoramento geotécnico em projetos de infraestrutura, ampliando o alcance do conhecimento técnico para além dos projetos diretamente executados pelo autor.
Paralelamente, Vinicius vivencia um momento pessoal marcante, conciliando a preparação para a chegada de sua primeira filha com a liderança técnica de um dos maiores projetos de infraestrutura em andamento nos Estados Unidos. Trata-se de um período de múltiplas responsabilidades sendo conduzidas simultaneamente, refletindo sua capacidade de manter consistência e desempenho mesmo em cenários de alta demanda profissional e pessoal.

Engenharia como ponte entre países
A trajetória de Vinicius Zamai Seva é um exemplo de como a especialização técnica de alto nível, associada à capacidade de adaptação e à integração de inovação, pode construir uma carreira com relevância verdadeiramente internacional.
Ao consolidar sua atuação nos Estados Unidos sem abandonar as raízes e os aprendizados acumulados no Brasil, Vinicius demonstra que as maiores obras do mundo são construídas, acima de tudo, por profissionais capazes de enxergar além do projeto e de transformar complexidade técnica em infraestrutura que dura gerações. E, no caso de Vinícius Zamai Seva, essa trajetória continua em expansão, com impacto direto e contínuo no desenvolvimento da infraestrutura estratégica dos Estados Unidos.
Perguntas frequentes sobre Engenharia Geotécnica
O que é Engenharia Geotécnica?
Engenharia Geotécnica é a área da engenharia civil que estuda o comportamento de solos, rochas e estruturas subterrâneas para apoiar o projeto e a execução de obras como fundações, túneis, rodovias, barragens, pontes e contenções.
Para que serve a Engenharia Geotécnica?
A Engenharia Geotécnica serve para entender as condições do terreno, reduzir riscos, orientar soluções de fundação, avaliar estabilidade, planejar escavações e garantir mais segurança em obras de infraestrutura.
Onde a Engenharia Geotécnica é aplicada?
A Engenharia Geotécnica é aplicada em rodovias, metrôs, pontes, viadutos, barragens, túneis, portos, aeroportos, edifícios, obras subterrâneas, aterros, taludes, contenções e projetos de infraestrutura pesada.
Qual é a importância da Engenharia Geotécnica em grandes obras?
Em grandes obras, a Engenharia Geotécnica é importante porque decisões sobre fundações, escavações e contenções dependem das características do solo e das rochas. Uma análise adequada reduz riscos, atrasos, custos imprevistos e problemas de segurança.
O que faz um engenheiro geotécnico?
O engenheiro geotécnico analisa dados do subsolo, coordena investigações geotécnicas, interpreta ensaios, propõe soluções para fundações e contenções, acompanha escavações e monitora o comportamento do terreno durante a obra.
Qual a relação entre Engenharia Geotécnica e infraestrutura?
A Engenharia Geotécnica é uma base da infraestrutura porque toda obra precisa se apoiar, atravessar ou interagir com o terreno. Pontes, túneis, rodovias e metrôs dependem de soluções geotécnicas para funcionar com segurança e durabilidade.
Por que o monitoramento geotécnico é importante?
O monitoramento geotécnico acompanha o comportamento do solo, das estruturas e das escavações durante a obra. Ele ajuda a identificar movimentações, controlar riscos e orientar decisões técnicas em tempo real.








