Violência em queda: caem 23% as mortes violentas no Brasil

Bons indicativos para a segurança no país. De acordo com o Monitor da Violência, índice nacional de homicídios criado pelo G1, o número de mortes violentas de janeiro a abril de 2019 foi 23% menor do que no mesmo período de 2018, com dados oficiais dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal.

No mês de abril, o número de assassinatos foi de 3.636, em comparação com 4.541 no mesmo mês de 2018 (-19,9%). No primeiro quadrimestre, as mortes violentas somaram 14.374 ocorrências contra 18.688 dos quatro primeiros meses de 2018, queda de 23,1%.

O G1 já havia previsto essa tendência à redução do número de assassinatos de acordo com os dados de janeiro e fevereiro de 2019, cuja queda foi de 25% em relação ao mesmo período do ano anterior. O balanço das mortes violentas de 2018 também apresentou a maior queda dos últimos 11 anos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, de 13%.

O que o Monitor da Violência mostrou?

Que o número de assassinatos de 2019 foi menor do que o de 2018 em todos os quatro meses. Os números foram os seguintes, iniciando pelos de 2018 e seguidos pelos do ano atual:

  • Janeiro: 5.081 / 3.904 (-23,16%)
  • Fevereiro: 4.405 / 3.216 (-26,99%)
  • Março: 4.661 / 3.618 (-22,38%)
  • Abril: 4.541 / 3.636 (-19,92%)

No total, houve 4.314 mortes a menos nos quatro primeiros meses de 2019. Felizmente, todos os estados apresentaram uma queda no número de assassinatos neste período, sem exceção.

Ao considerar apenas o mês de abril, houve apenas quatro estados em que o número de mortes foi maior do que no mesmo mês de 2018: Amapá, Paraná, Piauí e Tocantins. Por outro lado, porém, Ceará, Sergipe e Rio Grande do Norte tiveram quedas maiores, de aproximadamente 30%.

O Ceará foi o estado em que o número de mortes caiu mais. Foram 845 a menos do que no mesmo período do ano passado.

O que pode ter feito o número de mortes cair?

Algumas das medidas que podem ter contribuído para tais números, também de acordo com dados do G1, são as seguintes:

  • Transferência ou isolamento de chefes de grupos criminosos para presídios de segurança máxima;
  • Desenvolvimento de secretarias exclusivas para tratar da administração de penitenciárias;
  • Integração entre as forças de justiça e de segurança;
  • Criação de delegacia com objetivo de investigar exclusivamente casos de homicídios.

Além disso, há que se ressaltar também a importância da segurança privada, que pode ser contratada por meio de serviços de monitoramento eletrônico, vigilância ou segurança patrimonial, entre outros, para empresas, condomínios, residências, comércios e estabelecimentos de outros segmentos.

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