Segundo pesquisa do IBGE, aproximadamente 26% dos brasileiros não obtêm atendimento de saúde na 1ª tentativa

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), promovida pelo IBGE, aponta para um número preocupante: um a cada quatro brasileiros não consegue atendimento médico na primeira tentativa.

Grande parte dos brasileiros ainda depende dos serviços públicos do Sistema Único de Saúde (SUS), já que apenas 28% possuem acesso aos planos de saúde. Essa porcentagem se mantém estável desde 2013, quando ocorreu a última edição da pesquisa, não apresentando sinais de aumento.

Dentre os serviços mais procurados na rede pública, destacam-se as Unidades de Pronto Atendimento, as Unidades Básicas de Saúde e prontos socorros de hospitais públicos. A pesquisa ouviu 39 milhões de pessoas que procuraram atendimento médico nas duas semanas anteriores ao início do estudo.

Como a telemedicina pode ajudar nesse cenário?

O ano de 2020 foi especialmente desafiador para o sistema de saúde brasileiro. Mesmo sete meses após o primeiro caso de coronavírus em território nacional, a doença ainda não tem cura e representa uma ameaça à capacidade de internação em hospitais.

O atendimento domiciliar, portanto, surge como uma ferramenta para evitar o deslocamento de pacientes e a sobrecarga de unidades de saúde. Segundo especialistas da área, desde março, houve um aumento de 20% no número de pacientes que passaram a ser atendidos em casa.

Ainda no ínicio do ano, uma Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), nº 2.227/18, passou a regulamentar a prática da telemedicina para serviços particulares e públicos, ajudando a unificar o acesso a serviços de acompanhamento médico por todo o Brasil, mesmo em áreas que, historicamente, sofreram com a negligência de serviços de saúde públicos e de qualidade.

De acordo com o órgão, o âmbito da telemedicina engloba todas as práticas médicas desempenhadas com o auxílio de tecnologias da informação, seja ela para realização de consultas, seja para emissão de diagnósticos e até mesmo prescrição de receitas.

Qual é a alternativa para quem não tem plano de saúde? 

Como alternativa, surge o Clude, uma plataforma focada em proporcionar a democratização do acesso a serviços de saúde por meio da tecnologia. Assinantes da plataforma têm acesso a uma série de recursos, como a marcação de consultas ou teleconsultas por preços populares e sem intermináveis filas de espera.

Além disso, os assinantes do Clude têm acesso a orientação médica, por meio do telefone, durante todas as 24 horas do dia, até mesmo durante finais de semana e feriados. O Clude também oferece descontos em procedimentos como exames e cirurgias, além de proporcionar descontos de até 60% em mais de 26.000 farmácias por todo o Brasil. 

O Clude é a alternativa para quem não tem plano de saúde porque, além de oferecer acesso a consultas e procedimentos com descontos, também oferece serviços de prevenção e bem estar, como os programas de alimentação saudável, acompanhamento com nutricionistas e também com psicólogos. Aqueles que não querem mais depender de serviços dos planos de saúde agora têm mais uma opção: o Clude.

Avatar

Encontre publicações de diversos segmentos e nichos só aqui no portal Universo de Negócios!