Segundo estudo, atendimento e variedade são principais itens de escolha para a compra de lingerie

De acordo com os dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI), intitulado “Comportamento de Compra das Consumidoras de Moda Íntima”, as brasileiras vão às lojas de lingeries atraídas pelo bom atendimento e variedade dos produtos (cerca de 42% delas). Na hora de comprar calcinha e sutiã, as variáveis “bons descontos e promoções” ficaram apenas em segundo lugar, com 29% de preferência.

Essa mudança no panorama geral de compras (migrando da vertente “preço” para as vertentes “atendimento e opções”) muito se deve à nova geração de mulheres, que enxergam a lingerie como uma peça de moda, às vezes para compor um look (como é o caso do sutiã), o que é um reflexo de mudança de comportamento, agora mais livre e sensual.

As preferências das consumidoras

De acordo com a pesquisa, 45% das consumidoras afirmam que o motivo para comprar moda íntima seria de substituir uma peça já velha. Porém, mais interessante que isso, o IEMI constatou que os motivos secundários levantados pela pesquisa, por outro lado, variam de acordo com a faixa etária. A vontade de se sentir mais bem vestida, ou mais bonita, foi apontada como motivo para compras por 14% das mulheres mais jovens (entre 18 e 34 anos) e 10% pelas mais velhas (a partir de 35 anos).

A tendência se repete com relação à imagem passada no momento da compra: produtos com um teor mais sexy ou “provocante”, e romântico, possuem um maior apelo junto às clientes mais jovens (23%), contra 14% entre as mais velhas. Peças de lingerie que seguem um conceito mais básico ou confortável, são prioridade das mulheres com 35 anos ou mais (14%).

No geral, 62% das entrevistadas afirmaram buscar por informações sobre os produtos antes de comprar moda íntima.

Com relação aos canais de compras, os sites aparecem na liderança, com 41% da preferência, seguidos pelas revistas, com 36%, e a TV, com 27%. As redes sociais, como Facebook e Instagram, por outro lado, tem um apelo muito maior entre o público mais jovem (entre 18 e 24 anos – 34%) e as mulheres entre 25 e 34 anos (31%). Cerca de 15% das consumidoras mais velhas, apenas, optam por encontrar lingerie nas redes sociais.

Valor médio de compra

No geral, o valor médio por compra de moda íntima saltou de 106 reais (em pesquisa realizada no final de 2015) para 127 reais agora, uma alta de 20%. Entre os itens de moda íntima, calcinha (41%) e sutiã (35%) são os mais comprados. O maior investimento entre as consumidoras vem da região Sudeste (138 reais contra os 113 reais da pesquisa anterior), seguido pelas mulheres das regiões Centro-Oeste e Norte (128 reais ante 119 reais), Sul (111 reais) e Nordeste (119 reais contra 104 anteriormente).

Ainda de acordo com o levantamento, 32% das brasileiras afirmam que compram uma nova peça de lingerie a cada dois meses, em média, e 21% a cada três meses, aproximadamente.

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